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Vale a pena fazer ensaio gestante?

  • Foto do escritor: Cris Custodio
    Cris Custodio
  • 7 de mar.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 31 de mar.

Se existe uma fase que passa rápido — rápido mesmo — é a gestação.

No começo, tudo parece distante. A barriga ainda tímida, a notícia sendo contada aos poucos, os planos começando a ganhar forma. Então, quase sem perceber, o tempo acelera. O corpo muda, as emoções se intensificam… e aquela espera silenciosa se transforma em uma das histórias mais importantes da vida.



É nesse ponto que muitas mulheres se perguntam: vale a pena fazer um ensaio gestante?

A resposta não está apenas nas fotos.

Está naquilo que elas preservam.


Porque a gestação não volta. Não existe replay do primeiro chute sentido com clareza, do orgulho no olhar do pai, da forma como as mãos se encontram sobre a barriga quase por instinto.

Um ensaio não é sobre saber posar. Não é sobre ter “jeito para fotos”.

É sobre parar o tempo — ainda que por um instante — para reconhecer a grandeza do que está sendo vivido.



As imagens guardam aquilo que, anos depois, a memória não consegue reproduzir com a mesma nitidez: o brilho nos olhos, a expectativa, a mistura tão bonita entre força e delicadeza.

E existe algo que poucas pessoas falam…


Essas fotos não são só para você.

Um dia, seu filho vai olhar para essas imagens. E vai perceber que já era amado antes mesmo de chegar. Que havia espera, cuidado, desejo pela sua vida.

Isso não tem preço emocional.


Muitas mães dizem depois: "Ainda bem que eu fiz."

Nenhuma diz: "Me arrependo de ter registrado."


Porque, quando o tempo passa — e ele sempre passa — o que fica são as memórias que tivemos a sensibilidade de guardar.


Fazer um ensaio gestante não é um capricho. É uma escolha consciente de honrar uma fase irrepetível.

E, se existe um momento que merece ser lembrado com verdade, é o começo de tudo.


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